Música é Cult

Aos apaixonados pela música!

Esta apresentação não mais se repetirá.

Combinando coral com vozes fantásticas, um arranjador/maestro (Tomaz Kozlevcar) sensacional e um repertório de tirar o fôlego: você encontrou Perpetuum Jazzile, um dos melhores corais que já vi cantar e que vem tocando sua caminhada há mais de 25 anos. Agora esses sensacionais cantores bombaram no Youtube.

Para que você não fique fora dessa maravilhosa mistura muito bem balanceada de influências que vão do Jazz à MPB, passando por Bobby McFerrin, Stevie Wonder e Bee Gees, que forma esse grupo de cantores eslovenos, vamos mostrar a você, leitor de Boletim Cult, três das apresentações desse coral, com música brasileira. É! Nossa música sendo cantada por eslovenos! Assista!

Gostou? Então que tal esta?

Não acabou ainda… Só mais esta. Você vai gostar!

Vale ver esta apresentação da Orquestra Filarmônica de Berlim, apresentando Tico-Tico no Fubá, uma música popular brasileira, interpretada com maestria.

Agora escute esta.

Prefere relaxar? Inspire-se nesta peça de brando relax.

Prefere algo mais quente? Então precisa ouvir esta apresentação.

O novo ídolo que despontou no mundo
Você já conhece: Susan Boyle!
Então aprecie a música deste talento que é a escosesa Susan Boyle.

HAYDN

HAYDN


MOZART

MOZART


BEETHOVEN

BEETHOVEN

ERA CLÁSSICA

Era compreendida entre o momento da criação da música erudita, indo do final do século XVIII até o início do século XIX. É um dos períodos musicais onde se caracteriza pela claridade, simetria e equilíbrio. Compositores dessa época histórica musical são: Franz Joseph Haydn, Wolfgang Amadeus Mozart e Ludwig van Beethoven. Já no final da vida de Beethoven havia características do período denominado Romantismo.
Na segunda metade do século XVIII, a cultura ocidental coincidentemente trazia o movimento humanitario, enfatizando a razão, a lógica e o conhecimento, era o denominado Período do Iluminismo. Este movimento secular trouxe a força da religião, com visão na superstição e no sobrenatural. Esta era a força de poder que a humanidade sentiu premir sobre si, enquanto as autoridades não religiosas viram oseu comando questionado e eventualmente reduzido. A crença nos direitos humanos e na solidariedade sobrepôs-se ao direito divino dos reis, até então intocado. Foi o momento das revoluções americana e francesa, que aconteceram na metade daquele século. Foi um período de grande crescimento do ser humano e um ponto de reviravolta no olhar do homem. Os filósofos e escritores entoaram a razão em detrimento da tradição como o verdadeiro guia da conduta humana. Ocorreu mudança paralela na música ocidental durante a segunda metade do século XVIII. Denominado como Clássico, este período musical era caracterizado pela objetividade, controle, brilho, requinte, claridade, periodicidade, com fraseologia regular, e equilíbrio. A música era elegante, clara, objetiva.
Esse estilo se desenvolveu durante os anos precedentes, entre 1720/30 a 1770, ficando conhecido por “pré-clássico”, ou ainda, o estilo de “meados do século”. Houve uma alteração profunda no gosto musical, exatamente como aconteceu com as artes. Nestas últimas revelou-se uma preferência pelo equilíbrio e pela claridade na sua estrutura. Acompanharam esse movimento e essas características também os compositores da época. Nos albores desse meado de século, a composição musical passou de um estilo ornamentado do período barroco para um estilo popular de extrema simplicidade. Os compositores deste período criaram obras que transpareciam claridade e acessibilidade acima de tudo. Verdadeira reação contra o denso estilo polifônico do último período Barroco. Estas características encontram-se nas sinfonias de compositores como: Giovanni Battista Sammartini, que compôs entre os anos de 1700 a 1775. como também Johann Stamitz, no período de 1717-1757. Estes traços de claridade e simplicidade, juntamente com uma elaboração sistemática de ideias, uma aproximação universal à expressão musical e uma preocupação com o equilíbrio entre estrutura e expressão, formam a base do estilo clássico.
Muitos foram os compositores durante o Período Clássico, mas três se destacaram como figuras geniais: Franz Joseph Haydn (1732-1809), Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) e Ludwig van Beethoven (1770-1827). Cada um deles contribuiu significativamente para a sinfonia, a sonata para piano, a música de câmara – em particular, o quarteto de cordas – e para a música religiosa. Todos utilizaram a forma-sonata, que é o cerne do Período Clássico. A estrutura da sonata clássica, dependendo primeiro e principalmente do movimento harmônico, foi a forma predominante numa vasta série de primeiros movimentos de sinfonias, sonatas e obras de câmara. Foi também utilizada de outras formas, assim como em movimentos lentos e conclusivos dos gêneros mencionados, em movimentos de grande magnitude, aberturas e em algumas partes de óperas. Nesta forma última, tanto Haydn quanto Mozart escreveram obras que foram bem aplaudidas pela audiência de então. Porém, somente Mozart foi incluído no repertório lírico da atualidade.
Os historiadores teriam inserido facilmente Haydn e Mozart no Período Clássico. A vida de ambos encaixa-se nitidamente no período em questão; além disso, neles encontra-se uma exploração preliminar do estilo dos meados do século, que depois é convertido num estilo mais pessoal e totalmente desenvolvido, trazendo consigo os traços esperados de um compositor clássico. Beethoven é mais problemático, porque a sua música abrange os períodos clássico e romântico. As suas primeiras obras (até cerca de 1802) inserem-se no estilo do período em questão. As últimas obras, cheias de drama, tensão, exploração harmônica e estrutural são melhor discutidas dentro do contexto do século XIX.